Precisamos falar sobre biossegurança nos laboratórios de próteses

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Precisamos falar sobre biossegurança nos laboratórios de próteses

Na correria do dia a dia, quase não pensamos ou, pior, não colocamos em prática a biossegurança nos laboratórios de próteses dentárias. E esse é um grande problema. Neste post, entenda o porquê todo o cuidado é pouco quando se fala em transmissão de doenças.

A importância da biossegurança no laboratórios de próteses dentárias

As medidas de biossegurança evitam a contaminação cruzada – ou seja, a transferência de micro-organismos patogênicos (que causam doenças) de uma pessoa contaminada para outra que não está.

Muitas vezes, isso acontece porque quem trabalha em um laboratório de próteses dentárias acha que não está exposto a patologias como em um consultório odontológico. Mas isso é mito, viu?! Quando a biossegurança não é levada à sério, muitas doenças podem ser transmitidas. Entre elas, hepatite, herpes, tuberculose…

Os profissionais não podem esquecer que moldes, modelos e próteses que chegam ao laboratório de próteses dentárias estiveram em contato com saliva e com o sangue do paciente. Considerando que ele pode ser doente, é importante fazer a desinfecção de todo e qualquer objeto que vem de fora.

Inclusive, estudos têm demonstrado que até mesmo o compartimento que armazena a pedra-pomes e a roda de pano para polimento podem causar a contaminação cruzada se o paciente for portador algum vírus ou bactéria patogênica. Já pensou que grave?!

Além da desinfecção e da esterilização de materiais e de equipamentos, é importante que todos usem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e lavem corretamente as mãos. Só tomando esses cuidados é que é possível evitar a contaminação cruzada entre dentistas, Auxiliares em Saúde Bucal (ASBs), protéticos e vice-e-versa.

Por fim, nós recomendamos uma boa e eficiente comunicação para garantir a biossegurança nos laboratórios de próteses. O protético pode perguntar, por exemplo, se o molde que chega já foi descontaminado e, se sim, com o quê. O mesmo vale para o dentista na hora da peça voltar para ele. Assim, todo mundo fica seguro!

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